FITOSSANIDADE e PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS tem como objetivo agregar e disponibilizar informação relativa às áreas com dedicação específica à proteção das culturas e aos procedimentos a utilizar na importação e exportação de produtos de origem vegetal.

As medidas de proteção fitossanitária foram criadas com o fim de evitar a introdução e dispersão, no território Nacional e Comunitário, de organismos prejudiciais aos vegetais e produtos vegetais, qualquer que seja a sua origem ou proveniência, conforme consagrado no Decreto-Lei n.º 154/2005 de 2005.

Por sua vez, através da Lei n.º 26/2013, de 11 de abril, estão reguladas as atividades de distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos, para uso profissional e dos adjuvantes de produtos fitofarmacêuticos, e são definidos os procedimentos de monitorização à utilização dos produtos fitofarmacêuticos, transpondo a Diretiva n.º 2009/128/CE, do Parlamento Europeu e do Concelho, de 21 de Outubro, que estabelece um quadro de ação a nível comunitário para uma utilização sustentável dos pesticidas.

  

Inspecções Fito. à Importação/Exportação

 

Enquadramento Legal

O Decrecto-Lei n.º154/2005, de 6 de Setembro, atualiza o regime fitossanitário que cria e define as medidas de protecção fitossanitária destinadas a evitar a introdução e dispersão, no território nacional e comunitário, de organismos prejudiciais aos vegetais e produtos vegetais qualquer que seja a sua origem ou proveniência.

Por sua vez, o Decreto-Lei n.º 243/2009, de 17 de Setembro, para além das medidas anteriores, procede igualmente à adequação de vários artigos e do anexo x do DL 154/2005, enquadrando na entidade com autoridade fitossanitária nacional, os aspectos relacionados com a nomeação e formação dos inspectores fitossanitários, o exercício da actividade de inspecção fitossanitária, o registo de operadores económicos, bem como adequar disposições relativas a definições, ao regime de contra-ordenações e ao regime de taxas aplicáveis aos actos de inspecção fitossanitária.(Fonte: Diário da Republica, 1.ª série – N.º 181 – 17 de Setembro de 2009).

 

O envio dos formulários, devidamente preenchidos, deverá obedecer aos seguintes requisitos:

    • Mod. 1/DSAP/DSESV – Inspecção Fitossanitária, Importação
      • O importador tem que estar inscrito no Registo Fitossanitário da Direcção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (formulário normalizado disponível no sítio www.dgav.pt,) sendo a recepção da inscrição e a preparação do processo de registo efectuada nos nossos serviços na Direcção de Serviços de Desenvolvimento Agroalimentar e Rural – Divisão de Sanidade Vegetal e Segurança Alimentar.
      • O formulário deverá fazer-se acompanhar de cópia dos Certificados Fitossanitários emitidos no país de origem.
    • Mod. 2/DSAP/DSESV – Inspecção Fitossanitária, Exportação
    • Os requerimentos e respectivos anexos deverão ser enviados, preferencialmente via e-mail, com os seguintes prazos:Ter em atenção que, fora dos prazos previstos, o serviço solicitado ficará sujeito à disponibilidade possível para a concretização das inspecções necessárias/requeridas.
      • Mod. 1/DSAP/DSESV, com uma antecedência mínima de 24 horas;
      • Mod. 2/DSAP/DSESV, com uma antecedência mínima de 48 horas;

  

  • Para efeito de importação e exportação de vegetais e produtos vegetais os Operadores Económicos deverão solicitar o serviço de inspecção fitossanitária, preenchendo o respectivo formulário, que enviam via e-mail  ou via fax, para:Informação respeitante a organismos nocivos, publicados na área da inspeção fitossanitária e da quarentena vegetal (saber mais).

 

 

 

 

Mat. Propagação Vegetativa

 

Os Operadores Económicos (OE) interessados em fazer o seu registo ou licenciamento fitossanitário deverão submeter o seu pedido através da aplicação CERTIGES.

As instruções de preenchimento do formulário poderão ser consultadas através do Manual do Operador.

Complementarmente deverão submeter cópias dos seguintes documentos: